O BuscaFalha varre os repositórios e os sites no ar dos seus clientes, encontra o que pode ser explorado — segredo vazado, dado aberto, falha de código, site mal configurado — e entrega a correção pronta. Sem instalar nada no site do cliente.
Cada família reúne dezenas de verificações. Tudo que não depende de instalar nada no site do cliente já roda sozinho.
216 famílias de chave — OpenAI, Anthropic, Stripe, AWS, GitHub, GitLab, Google, service_role do Supabase, URI de banco — no JavaScript publicado e no código. Mede a entropia do valor para separar chave de verdade de texto comum.
Injeção de SQL, XSS, eval, injeção de comando, SSRF, certificado TLS não validado, JWT aceito sem conferir assinatura, token/hash fracos, senha em log, open redirect, CORS aberto, preço ou papel vindos do cliente, webhook de pagamento sem assinatura, função pública sem limite de chamadas.
Tabela que lê sem login (RLS desligado), GRANT para anônimo, função do banco sem trava, bucket público, cadastro sem confirmar e-mail, CPF/e-mail/telefone legíveis, Firebase aberto.
CVE conhecida (OSV), pacote malicioso, sem lockfile, pacote inexistente (inventado por IA), script na instalação, abandonado, fim de vida. Prioriza pelo que está sendo explorado (EPSS + CISA KEV).
HSTS, CSP (e se é fraca), X-Frame-Options, nosniff, Referrer-Policy, Permissions-Policy, cookies sem Secure/HttpOnly/SameSite, conteúdo misto, script sem SRI, versão exposta, sem WAF, certificado perto de vencer.
Mais de 200 caminhos testados: .env, pasta .git, backups .zip/.sql, dump de banco, config.json, docker-compose, .npmrc, chave SSH, credenciais da AWS, phpinfo, Swagger e source maps (que entregam o código original).
Portas e serviços abertos no servidor (banco, Redis, RDP), painéis de admin esquecidos (phpMyAdmin, Grafana, Kibana, Actuator), preview/staging público com dados reais, versão de CMS com falha.
Rota privada abrindo sem login, introspecção do GraphQL aberta, open redirect ao vivo, métodos perigosos (TRACE/PUT), mensagem que revela se um e-mail tem conta, login sem proteção contra robô.
Guarda a impressão digital de cada script e avisa quando um script muda, quando aparece um terceiro novo, ou quando a página de checkout/login é alterada — o padrão dos ataques de roubo de cartão.
SPF, DKIM, DMARC, MTA-STS, DNSSEC, CAA, domínio e certificado vencendo, domínio sem trava de transferência, subdomínio sequestrável, e domínios falsos parecidos com o do cliente (phishing).
Google Web Risk (tela vermelha do Chrome), URLhaus (distribuindo vírus), domínio em vazamentos, código malicioso no HTML: minerador, iframe escondido, redirecionamento malicioso, spam de SEO.
Rastreadores (Google, Meta, TikTok) antes do consentimento, sem banner de cookies, sem política, sem termos, sem opção de excluir a conta, sem encarregado (DPO), formulário sem HTTPS, PII na URL.
Tela branca, erro no console, arquivo quebrado, variável de ambiente faltando, 404 ao recarregar, loop de redirecionamento, site lento, acessibilidade e SEO, tarefa agendada falhando.
Rodando no seu Claude, sem custo de API: RLS com intenção errada (um cliente vê dado de outro), IDOR, o caminho do dado até o ponto explorável, abuso de regra de negócio, prompt injection.
A lista completa do que o BuscaFalha procura, família por família.
Achar é fácil. O BuscaFalha diz o que importa, por quê, entrega a correção — e confirma que foi resolvido.
Nota que mistura gravidade, se está sendo explorado (EPSS/KEV), alcance e exposição — não só o CVSS. Com rótulo de “ação imediata” e prazo (SLA).
Em vez de “você tem 1.327 falhas”, as poucas ações que mais reduzem risco. Simulador: “se corrigir estas 3, risco 82→51”.
Separa risco teórico de risco real: teórico → alcançável → externamente alcançável → exploit conhecido → ativamente explorado.
Junta achados soltos num caminho de ataque: token exposto + tabela aberta + função sem login = 1 ataque, não 3 avisos.
Agrupa dezenas de achados numa causa só (“37 achados → faltou RLS no schema de vendas”) e mostra o alcance de um segredo vazado.
Desde a última varredura: +3 novas, −12 corrigidas, risco 71→68, e por que mudou. Tempo de exposição e retorno (ROI).
Risco geral, críticos exploráveis, expostos à internet, segredos ativos, KEV, novos e corrigidos na semana, violações de prazo.
Nota por site e por projeto, com a tendência no tempo, e um painel executivo com a postura geral de segurança.
Prompt de correção ou o “antes → depois” do código. O achado só fecha quando a varredura seguinte não encontra mais. Se voltar, reabre.
Do código à produção, a cada push e a cada 24 horas, sem você precisar lembrar.
Feito para quem cuida de muitos apps de cliente (Lovable, Supabase, Vercel) e precisa saber, de relance, onde está o risco.
Conecte seus projetos e, em minutos, veja o que corrigir primeiro.